segunda-feira, 11 de março de 2013

FELIZ ANIVERSÁRIO PEDRINHO!


Hoje é aniversário do Pedrinho!
Meu coração se enche de orgulho por ter um filho tão cheio de vida, tão inteligente, tão perfeito!
Agradeço a Deus por ter te confiado a mim meu pequeno príncipe!
Feliz Aniversário Filho!

sábado, 2 de março de 2013

Mãe, por que ninguém olha pra mim?

Estávamos no mercado, fui levar o Pedro no banheiro... Na esteira rolante um casal simpático olhou pra trás e viu a Bea, que estava no sling e achou fofa, começou a fazer comentários de como ela era linda, falar dos seus belos olhos azuis, que parecia uma boneca... Pedrinho só ficou olhando. Quando o casal se afastou ouvi do Pedro uma pergunta que doeu no coração:
- Mãe, por que ninguém olha pra mim?
Fiquei espantada com a pergunta, confesso que por um momento não sabia o que dizer. 
- Como assim filho? Claro que as pessoas olham pra você!
- Não, ninguém olha pra mim, ninguém fala comigo.
Tirei da "cartola" uma resposta bem fraquinha:
- Filho, a mamãe é mágica e fez você ficar invisível para que as pessoas não fiquem te olhando, porque eu fico com ciúmes.
Claro que meu pequeno não engoliu a história.
Comentei com o pai que acabou explicando para o Pe que os bebês costumam chamar muito mais atenção. Mas aquilo não bastou e percebi um Pedrinho bastante chateado.
A questão é que esse comportamento infelizmente é normal para a maioria das pessoas, ignorar aquele serzinho mais velho que está ali ao lado, como se ele não existisse.
Puxa, sei que os bebês atraem a atenção, mas falta sensibilidade nas pessoas de perceberem que ali está uma criança cheia de sentimentos, um menino lindo, um irmãozinho mais velho que, embora seja seguro de si, às vezes fica carente, querendo que olhem pra ele, que o notem.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Estrelando: Pedro e seus amigos imaginários

Na semana passada recebi uma ligação da diretora do colégio onde o Pedro estuda me perguntando o que eu achava dele dar uma entrevista para a RPC TV (Paraná Tv) falando sobre seus amigos imaginários. Eu achei a proposta bem interessante já que o Pedro têm alguns amiguinhos desde seus 3 anos e seria bem legal falar sobre eles.
Bom, gravamos a reportagem na terça (19) e ela foi ao ar ontem.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Mãe de menino

Ser mãe de menino é aprender a jogar bola, brincar de carrinho, peão e futebol de botão e pensar... Por que não fiz tudo isso na minha infância se é tão divertido?
É aprender o nome de diferentes tipos de caminhões, carros, aviões e demais veículos. Conhecer todos os super-heróis pelo nome, uniforme e superpoderes. 
Ser camarada de monstros, lobos, vilões e demais seres fantásticos, é ser pirata, motorista, piloto de avião, super-herói e dinossauro. É assumir papel de herói ou vilão, e se preparar porque a cada dia tem uma nova emoção. 
Ter pique para jogar bola e correr e jogar bola e correr e correr e correr e correr e correr mais um pouco. 
Ser mãe de menino é sentir-se uma princesa protegida de monstros e bicho papão, pois tenho um príncipe valente que não me deixa na mão.
É descobrir que a cor azul é tão linda quanto a rosa, é ganhar beijo na boca, ter a face acariciada e ser chamada de linda, muitas vezes ao dia. 
Ser mãe de menino é ouvir das pessoas que o sexo masculino é estúpido e mal educado e, provar com muito carinho que isso dependerá muito da educação que ele vai receber!
Eu AMO ser mãe de menino!

Fonte: Pensador
Autora:Letícia Thompson

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

E ela ainda não anda?

Às vésperas de completar 1 aninho eu já ouvia muito a tal pergunta: "ela vai fazer 1 ano e ainda não anda?". 
Agora que minha pequena acaba de completar seu primeiro aniversário, são inumeráveis vezes que preciso responder com um lindo sorriso amarelo, e porque não até justificar que minha filha ainda não anda. Não tem uma só pessoa que não nos pergunte dos primeiros passinhos, e na negativa ouço "Mas como assim não anda? Que pena", "Você estimula?", "Mas menina costuma ser mais espertinha, andar antes do meninos". 
O pior é ainda ouvir que o fulano de tal andou com 8 meses, falou com 9 meses e saiu das fraldas com 1 aninho... Como se ser adiantado, fazer tudo antes dos outros fosse algo tão importante assim, exemplo de criança bem sucedida, mais inteligente. Sei que quem pergunta não deve fazer por maldade, mas vamos lá... Por que ter pressa?
Ora, vejam só... Beatriz é um foguetinho, super alegre, arteira, curiosa...  E principalmente, curte todas as fases com tranquilidade... Aprendeu a elevar o tronco, rolar, engatinhar, ficar em pé apoiada, tudo no seu tempo. Eu como mãe claro que fico na torcida... Procuro estimular, mas sem forçar a barra, sem entrar em paranoia de que outras crianças da mesma idade já andam, de como o irmão fez ou deixou de fazer.
E sigo com o mantra - "Cada criança tem seu tempo!".

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

1 ano de Beatriz




Hoje minha bebê faz 1 ano! 1 aninho de Beatriz! 1 ano inteiro de você minha boneca! 365 dias de aprendizado, encantamento, surpresas e muitas alegrias.
Bea, nossa pequena grande menina, tão amada, tão desejada.
Feliz aniversário pequena! Obrigada por você estar aqui, por ser tão linda e perfeitinha, do jeito que só você poderia ser!
Te amamos muito!
Mamãe, Papai e Pedrinho

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Amor de irmão


Antes de a Beatriz nascer, eu temia por não saber como seria a reação do Pedro à chegada da irmã. Mais do que isso, me preocupava muito em como seria essa relação entre irmãos, afinal, a chegada de um irmão faz que a criança mais velha precise lidar com o que é novo, diferente. 

Durante a gravidez, o Pedro não ligava muito para a minha barriga, não se interessava pela irmã, e se perguntassem algo sobre ela , ele dizia que ela estava bem e ponto final. 
Mas, no instante em que Pedro entrou no quarto do hospital para conhecer a Beatriz, o amor tomou forma. Foi tanto encanto, emoção, euforia... sim, ele estava conhecendo a irmãzinha! 
Recordo-me de que a Beatriz estava no meu colo, me abaixei e a mostrei para o Pedro. Ele tocou o rostinho dela com apenas um dedo, como se fosse conferir se aquele serzinho era de verdade, parecia não acreditar que ali, diante dos próprios olhinhos, estava a sua pequena irmã. Sem medo algum quis segurá-la no colo. Ele a olhava e sorria. Não foi só a Beatriz que nasceu em 7 de Fevereiro, naquele dia, nascia também um irmão. 
Na hora da despedida foi um choro só. Pedro não queria mais se separar da irmãzinha. 
Dias depois, já em casa, com a euforia inicial controlada, percebo um Pedro diferente: mais carinhoso, calmo e feliz. Exatamente o contrário do que eu imaginava, não houve regressão no comportamento dele, nem tampouco estresse ou agressividade. 
Hoje, alguns meses após a chegada da Bia, Pedro cuida da irmã com um tipo de zelo que só um menino de quatro anos pode ter. Brinco que é tanto amor que ele sente por ela que até dói! São tantos beijos, abraços apertados, palavras de carinho... 
A Beatriz percebe esse carinho e retribui com olhares e sorrisos. Quando está perto do irmão só tem olhos para ele. 
Claro que essa relação de amor não é perfeita, existem sim momentos de ciúmes, mas isso passa rápido e logo os dois estão grudadinhos de novo. 
Vendo essa relação, a troca de afeto, o quanto eles estão aprendendo juntos, sei que a decisão de ter outro filho foi certa. Acho que o amor entre irmãos deve nascer assim, no olhar, no contato, na convivência diária. 

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Medo!

Que o medo está presente na vida de todos nós isso não é novidade. Que criança sente muito mais medo do que nós adultos também não. Mas e quando o medo dos pequenos é tanto que chega a "atrapalhar" alguns momentos e situações?
Por aqui temos enfrentado alguns episódios com o Pedrinho. Dentre muitos os piores são e o velho conhecido medo do escuro e de pesadelos e um pavor incontrolável de cinemas.
Pedro tem muito medo de cinema e filmes 3D. Sim, parece absurdo, mas a soma de fatores como sala escura, som muitíssimo alto e personagens voando em nossa direção deixa meu menino apavorado. Dias atrás Pe foi ao cinema com o papai assistir "Detona Ralph". Estavam animados, compraram refri e pipoca, entraram na sala, mas foi só apagar as luzes e começar o triller que imediatamente ele entrou em pânico, começou a chorar, tremer e simplesmente tiveram que sair do cinema.

Por que as crianças sentem medo
É na infância, sobretudo até os 5 anos, que uma série de temores aflora de maneira mais intensa. Aprenda a detectá-los e deixar os baixinhos mais tranquilos nessa hora
O medo faz parte da natureza humana. É um estado emocional que ativa os sinais de alerta do corpo diante dos perigos e uma importante etapa do amadurecimento afetivo de bebês. A tarefa dos pais é ajudá-los a lidar com os próprios temores, que tendem a florescer ainda mais nos primeiros aninhos de vida. Mas qual o limite entre o medo normal e o exagerado? O que fazer quando o pequeno começa a sofrer? Para a psicóloga Maria Tereza Maldonado, de São Paulo, o saudável é buscar o equilíbrio. “A falta de medo expõe a criança ao risco e o excesso dele faz com que ela se feche, numa espécie de prisão sentimental”, explica a especialista. “O ideal é ajudar a criança a identificar o medo ‘amigo’ e o medo ‘inimigo’. O primeiro ela deve obedecer, e o segundo, desobedecer.”

Na prática, o que se espera é que o pequeno aprenda a dominar seus temores e não ser dominado por eles, assim como acontece com os adultos. A diferença é que meninos e meninas têm uma percepção mais inocente dos acontecimentos, uma imaginação bastante fértil e uma menor capacidade de discernimento dos fatos. “Esses três ingredientes juntos transformam um simples ralo de piscina na mais pavorosa ameaça à vida humana”, ilustra Maria Tereza, cujo filho passou por essa situação. “Ele viu uma folha ser tragada pelo ralo e deduziu que o mesmo aconteceria com qualquer um que entrasse na água.”
Identificar a origem ou mesmo a existência do medo infantil exige dedicação. É preciso estar atento aos sinais demonstrados pela criança e saber conversar com ela sobre o que lhe causa pavor. Os pais e os responsáveis devem dar corda e valorizar tudo o que a garotada diz. Também precisam lembrar-se de que nem sempre os pequenos se comunicam por palavras. “A oportunidade de se expressar dá à criança a chance de encontrar a saída sozinha”, garante Maria Tereza.

Sintomas
O medo excessivo causa reações fisiológicas e comportamentais na criança. Coração palpitante, calafrios, suor nos pés e nas mãos, sono intranquilo, descontrole para fazer xixi, diarreia e dor de barriga são alguns dos indícios do problema. “Quando esse quadro se instala, a saúde da criança pode ser prejudicada por causa de uma desidratação ou anemia, por exemplo”, alerta a psicopedagoga Eliane Pisani Leite. As reações comportamentais – inibição e agressividade – por sua vez prejudicam a rotina da criança, mas podem se agravar e virar fobias, caracterizadas por reações exageradas que fogem ao controle da criança. Para detectar essas situações o quanto antes, conheça os principais tipos de medo.

Tipos de medo comuns na infância
O pediatra carioca Júlio Dickestein diz que o medo costuma surgir diante de alguns elementos reais na vida de uma criança: o médico, a creche ou escola, a alimentação, a violência e a dor recorrente. Essas causas reais geram um medo verdadeiro, mas também podem derivar para estados secundários (medo de escuro, de monstros etc.). “Cada criança reage de uma maneira e o temor pode se tornar banal ou catastrófico”, explica o médico. “O importante é que os pais saibam a origem do medo, que acaba se manifestando de forma mais clara quando a criança fica sozinha ou está em lugares escuros”, explica o pediatra.

• Médico
A criança já chega estressada à consulta. Tudo é diferente. Em seguida, fica sem roupa diante de um estranho com objetos ameaçadores, que são postos na garganta, no ouvido, no peito... Isso sem falar na injeção. Para minimizar o apavoramento que tanta novidade causa, brinquedos podem ser ótimos aliados.

• Creche e escola
É uma etapa difícil para qualquer criança: separar-se dos pais por períodos prolongados pela primeira vez. Os pequenos se sentem desprotegidos na fase de adaptação. Para seu filho ficar mais seguro, seja fiel aos horários. Esteja esperando por ele na hora da saída da creche ou da escola.

• Alimentação
A comida leva a um círculo vicioso muito comum. Os pais querem que a criança coma, mas a criança não quer comer. E, quanto mais eles forçam, pior fica a situação. Resultado: o pequeno trava à mesa. Tornar a refeição um momento descontraído é uma boa forma de diluir esse amedrontamento. Procure enaltecer os prazeres proporcionados pelos alimentos (isso vale mais do que festejar quando a criança come ou castigar quando recusa um alimento).

• Dor permanente
Costuma estar associada a doenças. Por exemplo, à intolerância a algum tipo de alimento, como o leite. As cólicas persistentes fazem com que a criança fique alarmada diante da comida. Nessa situação, não engane seu filho. Diga a verdade sobre a relação entre o alimento e a dor que sente. O pediatra sempre poderá ajudar você a traduzir para a linguagem do pequeno essa relação.

• Violência
É o tema mais difícil de abordar, mas infelizmente acontece com frequência. O pior é que essa causa tem a ver diretamente com os pais. Da negligência afetiva (mãe e pai que deixam os filhos emocionalmente desamparados porque estão sempre cansados do trabalho, por exemplo) à palmada, de ameaças a humilhações, todo tipo de sofrimento físico e psíquico causado à meninada pode gerar medo e marcar o pequeno pela vida toda.

Medos infantis secundários
Eles podem ser derivados de situações de medo real que a criança viveu ou aparecerem sem justificativa por causa da imaginação fértil das crianças.

Escuridão
A falta de luz favorece a imaginação das crianças. Nesse cenário, vultos e sons podem ganhar dimensão e se transformar em figuras amedrontadoras na cabecinha delas. Alguns segundos no escuro antes de dormir, conversando com o pai ou a mãe, são uma forma de estimular a criança a vencer a inquietação. Deixar uma luz indireta próxima à cama também colabora.

Ficar sozinho
Na cabeça da criança, a ausência de uma pessoa da família por perto pode significar que ela está à mercê de todos os perigos. Deixe absolutamente claro que ela não vai ficar desamparada e que você não vai desaparecer da vida dela! Mas fale sempre a verdade, de preferência olhando nos olhos dela. Diga ao pequeno que você vai, mas que volta. Em geral, é aconselhável estimular a criança a enfrentar esse medo aos poucos. Isso faz com que ela desenvolva a autoconfiança e se sinta cada vez mais segura. É importante não confundir medo com birra. O choro pode ter vários significados. Um escândalo na porta da escola ou na casa da avó nem sempre é sinal só de pavor. Fique atento ao semblante da criança e procure acalmá-la sempre, conversando.

Fantasia
Monstros, fantasmas, bichos-papões e homens do saco sempre farão parte do imaginário infantil. Afinal, são elementos presentes nas historinhas que as crianças ouvem e assistem e nas brincadeiras que fazem. Esse universo lúdico é fundamental para o desenvolvimento dos pequenos ao estimular sua capacidade inventiva, função importante do pensamento. Mas ele também pode alimentar os chamados medos “inimigos”, principalmente quando os pequenos estão sozinhos ou no escuro. Nessa hora, a conversa e a brincadeira são as melhores ferramentas para ajudar meninos e meninas a lidar com suas fantasias. Exemplo: a sombra na parede pode se transformar em aliada no enfrentamento de medos (em vez de causá-los).

Terror noturno
É um medo patológico que, estima-se, atinge até 15% das crianças em idade pré-escolar. As causas não estão totalmente esclarecidas. O pequeno acorda sobressaltado durante a noite e demonstra estar mais apavorado do que o razoável, com semblante de terror. É difícil acalmá-lo. Ele praticamente não consegue acordar completamente durante a crise e costuma transpirar bastante. O coração também dispara. Em geral, a criança não se lembra do que a assustou ou tem apenas uma lembrança imprecisa de algo pavoroso durante o sono. Nesse caso, é importante sempre tranquilizá-lo sem gritos e buscar ajuda profissional de psicólogos ou psiquiatras.

Medos reais
São os chamados medos “amigos” porque protegem a criança dos riscos oferecidos por escadas, estranhos, animais, lugares altos, água, por exemplo. Devem ser estimulados com informação para que ela desenvolva a cautela sem exageros. Assim, terá a percepção do risco e a atitude de autoproteção, conseguindo enfrentar a situação de uma maneira menos sofrida.

Medos comuns por idade
·         0 a 18 meses
Barulhos estranhos ou altos, luzes intensas, pessoas estranhas e riscos de quedas. O bebê chora ou fica irritadiço e agitado.
·         18 a 36 meses
Água, pessoas mascaradas (Papai Noel), escola e tudo o que for estranho à sua rotina. É importante saber que a zona de conforto do bebê está ligada à ordem.
·         3 a 5 anos
Fantasias assustadoras, como monstros e fantasmas. É a fase da imaginação fértil, que pode se intensificar na hora de dormir. Ela acontece por causa do desenvolvimento da massa cinzenta. Vale lembrar que a capacidade de imaginação aumenta à medida que ocorre o desenvolvimento biológico do cérebro.
·         A partir dos 6 anos
Medos mais vinculados à realidade, como o de ladrões e o de acidentes em geral. A família deve transmitir a malícia necessária para a criança ter segurança. Nessa hora, é importante demonstrar como agir em uma piscina ou, então, o que fazer diante do assédio de estranhos.

Como lidar com o medo infantil
- Dê atenção, questione e estimule a criança a enfrentar o medo irreal (ou inimigo): ela encontrará sozinha uma solução para suas fantasias. Exemplo: a sombra na parede pode se transformar em uma aliada no confronto dos medos (em vez de causá-los).
- Não gaste tempo demais falando sobre o assunto para evitar que a criança fique ainda mais ansiosa. Mude de tópico, distraia.
- Fale a verdade sobre os medos reais (ou amigos) para que a criança construa noções de perigo. Exemplo: ela tem de saber que escadas, piscinas e animais presos representam riscos. Mas faça isso sem aterrorizá-la.
- Brinque com seu filho e entre na fantasia dele (a do bicho-papão, por exemplo): experiências lúdicas ajudam os pequenos a lidar com seus anseios.
- Bonecos e brinquedos treinam a criança para a vida. Os pequenos costumam representar em brincadeiras o sentimento de medo frente a uma situação real, como a ida a um hospital. 
- Avalie a intensidade do medo e fique atenta para o limite da normalidade, que é a rotina saudável de vida. 
- Faça a apresentação formal das pessoas para que a criança saiba que aquele estranho tem autorização do pai para se aproximar. É verdade que nem sempre isso funciona. Nesse caso, é preciso ter paciência e saber dar tempo ao tempo. Essa fase passa. Mas é importante não confundir o choro da criança que fica sem a mãe a semana inteira e não quer largar o colo no fim de semana do choro de medo de estranhos. 
- Ofereça objetos para ela se sentir mais segura, principalmente na hora de dormir sozinha. São os chamados objetos transicionais, que reduzem a ansiedade da criança durante a passagem da vida desperta para o sono. Pode ser o famoso ursinho, o naná, a boneca e até a mantinha. O importante é que ele tenha algo familiar à mão para enfrentar os temores na hora de dormir. 
- Jamais use o medo da criança como meio de poder: além de cruéis, ameaças de deixar o filho sozinho ou no escuro reforçam o medo inimigo.


segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Não, não, não!

Beatriz está naquela fase lindinha de engatinhar, explorar, escalar e mexer muito em tudo, tudo mesmo (menos em seus brinquedinhos lindinhos rsrs). Claro que por isso a palavrinha que a pequena mais tem escutado é NÃO.
Bea NÃO mexe ai, Bea NÃO pode, Bea NÃO.
O mais fofo é que ela "entende", sorri, faz o NÃO com o dedinho e fala NãNã rsrs, mas na sequencia volta a fazer as travessuras novamente, o que muitas vezes resulta em quedas e arranhões, mas isso é assunto do próximo post.
Mas pra mamãe aqui só resta ter muita paciência para esperar a pequena crescer e aprender a obedecer os NÃOS ditos com tanta frequência rsrs.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Dentes, dentinhos e dentões

Andamos sumidos, eu sei... Mas por aqui estava tudo uma loucura!
Marido e filho de férias, compras natalinas, viagem, festas de fim de ano, família encalorada.

Como se tudo isso não bastasse, Beatriz que até poucos dias atrás só tinha 2 dentinho centrais inferiores está ganhando 4 novos dentinhos, sendo 2 centrais superiores e 2 laterais superiores. Isso resulta em uma bebê "manhozinha", irritada, genvivas inflamadas, com nariz escorrendo... Uma mãe com os "nervos à flor da pele" precisando de umas férias (ops, existe isso?) num lugar calmo, paradisíaco, com sombra, água fresca, empregada, cozinheira e babá disponível 24 horas por dia... Tá, estou sonhando, eu sei! rsrsrs
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